Cento e vinte e dois anos da Abolição
Pelourinho, grilhões, corrente,
Tronco, chicote e senzala
Palavras que para os negros,
Faziam perder a fala
Cem anos já se passaram
Desde o fim do pesadelo
Mas o sonho continua,
Por isto fiz este apelo.
Sonhava o negro ser livre
E veio a lei no papel,
Que lhe fora outorgada
Pela princesa Isabel.
O negro até hoje vive
O sonho da liberdade,
Porque falta em nossa gente
O dom da fraternidade.
Seguindo os ensinamentos
De Jesus o redentor,
Devemos todos amar-nos
Sem preconceito de cor.
Deste céu azul anil,
Comemoremos os cento e vinte e dois anos
Sem escravos no Brasil
de Joelson Araújo Matos
Um comentário:
hola fico lagal sua postages espero que venha mas .Manda fotos
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