domingo, 18 de abril de 2010

DIA DO LIVRO


Dia Nacional do Livro Infantil

No dia 18 de abril comemora o Dia Nacional do Livro Infantil em homenagem ao nascimento de Monteiro Lobato, que foi o primeiro escritor brasileiro que se preocupou de verdade com as histórias escritas para as crianças.
Monteiro Lobato é conhecido como o mais importante escritor de livros para crianças do Brasil. Foi ele que escreveu as histórias do Sítio do Picapau Amarelo (que eu adoro ler) e criou a Emília, a Dona Benta, a Narizinho...
O nome completo dele é José Bento Monteiro Lobato e ele nasceu no dia 18 de abril de 1882, em Taubaté, São Paulo. Monteiro Lobato cresceu numa fazenda, sempre quis ser pintor e, como eu, era apaixonado pelo Brasil.

No dia dedicado especialmente a esse nosso amigo, devemos também pensar na maneira como tratamos os livros que merecem um cuidado especial.
Eu encontrei uma ótima ideia para comemorar essa data. Sabe qual é? Vou ler um livro!
Fonte: http://meninomaluquinho.educacional.com.br

sexta-feira, 16 de abril de 2010

POR QUE COMEMORAMOS O DIA DO ÍNDIO?


Em 1940, realizou-se no México o Primeiro Congresso Indigenista Interamericano. Durante o evento, os participantes escolheram 19 de abril como o Dia do Índio. Três anos depois, a data foi oficializada no Brasil.

Existem mais de 220 nações indígenas no país. Elas têm seu idioma, seu jeito de ver o mundo e de fazer festas. Algumas vivem isoladas, outras em grandes cidades e muitas lutam para preservar suas terras e suas tradições. A maioria dos povos indígenas vive nas regiões Norte e Centro-Oeste do Brasil. O Xingu, região da Amazônia, abriga o maior número de tribos indígenas do Brasil.


UMA HOMENAGEM A TODOS OS ÍNDIOS DO BRASIL
Somos filhos da terra cor de urucum.
Dos sons do igarapé e da força do jatobá.
Das águas do Araguaia, do Tapajós, do Iguaçu. Somos filhos do sol de Kuaray, da lua de Jaci.
E da chuva que semeia o guaraná, a pitanga e o aipim.
Somos filhos dos mitos.
Do uirapuru e seu canto, do vento e do pranto. Guerreiros, fortes, sábios. Somos Ianomânis, Guaranis, Xavantes, Caiabis. E o que somos nunca deixaremos de ser.